Especialistas contactados pela E&M defendem que a estrutura de governo deve ser reduzida para torná-lo mais funcional e aumentar a sua eficiência. Entretanto, argumentam, o desafio de emagrecer o aparelho governativo não deve comprometer a eficiência e eficácia do Estado, sendo que “reduzir a estrutura implica reduzir o número de órgãos e instituições de serviço público, mas não necessariamente de agentes e funcionários públicos”.
É num quadro de recessão que o novo governo da 4ª República vai “tomar” as rédeas do país cuja economia, de acordo com dados divulgados pelo Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola (CEIC), “está em recessão desde 2014”, com dados que apontam “que o PIB global foi de 129.342 milhões de dólares em 2014, 102.000 milhões de dólares em 2015 e 96.200 milhões de dólares em 2016”.
O novo governo tem em mãos, para além deste obstáculo – o de receber o país num estado “calamitoso” –, outros desafios, entre eles o de conseguir alavancar a economia por via da sua diversificação.
Mas o novo governo terá igualmente que definir a sua orgânica, decidindo se mantém a actual estrutura de mais de 30 ministérios ou se opta por diminuir o número dos mesmos e as respectivas secretarias de Estado, que são 51 no total.



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