A malária é uma doença evitável, detectável e tratável, mas ainda assim consta da lista das que mais matam em Angola. Dados de 2015 da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam para um número anual de cerca de 10 mil vítimas em Angola. Em 2016 estes números registaram uma subida até às 15 mil mortes, num total de três milhões de casos. A situação da malária no país suscita o interesse de especialistas, como comprova o aparecimento de novos fármacos no mercado nacional.
 
O Inquérito de Indicadores Múltiplos e de Saúde (IIMS) de 2015 – 2016, realizado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) em colaboração directa com o Ministério da Saúde (MINSA) e o Ministério do Planeamento e do Desenvolvimento Territorial (MPDT), apurou que o nível de prevalência da malária nas crianças angolanas é de 7,5% nas zonas urbanas e 21,8% nas zonas rurais, o que representa 13% das crianças dos 6 meses aos 5 anos, em todo o país.

A situação da malária em Angola é considerada preocupante e assume índices de destaque, segundo o quadro que resulta dos sucessivos estudos que a Organização Mundial da Saúde (OMS) tem realizado no país.


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