Em Angola, os casos de denúnica sobre o trabalho forçado e o abuso sexual  de menores aumentam, bem como o tráfico de seres humanos.

Na mesma linha, a permeabilidade das fronteiras continua a preocupar as autoridades locais. eeste cenário levou a representante da Organização Internacional das Migrações (OIM), Elsa Duarte, a denunciar que a falta de legislação específica no país está a adiar a tipificação do crime de tráfico de seres humanos e a consequente penalização.